Há uma política cristã?
Pode haver um partido cristão?
Pode um partido cristão formar governo?
Um partido cristão no governo forma um estado confessional?
Há uma política cristã?
Pode haver um partido cristão?
Pode um partido cristão formar governo?
Um partido cristão no governo forma um estado confessional?
Aqui está a transcrição (em espanhol) da pergunta de Philippe Visseyrias da France 2 e da resposta do Papa Bento XVI. Destaques meus.
Pregunta: Santidad, entre los muchos males que afligen a África, está en particular el de la difusión del Sida. La postura de la Iglesia católica sobre el modo de luchar contra él es considerada a menudo no realista ni eficaz. ¿Usted afrontará este tema, durante el viaje? Querido Santo Padre, ¿le sería posible responder en francés a esta pregunta?
Papa: Yo diría lo contrario: pienso que la realidad más eficiente, más presente en el frente de la lucha contra el Sida es precisamente la Iglesia católica, con sus movimientos, con sus diversas realidades. Pienso en la comunidad de San Egidio que hace tanto, visible e invisiblemente, en la lucha contra el Sida, en los Camilos, en todas las monjas que están a disposición de los enfermos… Diría que no se puede superar el problema del Sida sólo con eslóganes publicitarios. Si no está el alma, si no se ayuda a los africanos, no se puede solucionar este flagelo sólo distribuyendo profilácticos: al contrario, existe el riesgo de aumentar el problema. La solución puede encontrarse sólo en un doble empeño: el primero, una humanización de la sexualidad, es decir, una renovación espiritual y humano que traiga consigo una nueva forma de comportarse uno con el otro, y segundo, una verdadera amistad también y sobre todo hacia las personas que sufren, la disponibilidad incluso con sacrificios, con renuncias personales, a estar con los que sufren. Y estos son factores que ayudan y que traen progresos visibles. Por tanto, diría, esta doble fuerza nuestra de renovar al hombre interiormente, de dar fuerza espiritual y humana para un comportamiento justo hacia el propio cuerpo y hacia el prójimo, y esta capacidad de sufrir con los que sufren, de permanecer en los momentos de prueba. Me parece que ésta es la respuesta correcta, y que la Iglesia hace esto y ofrece así una contribución grandísima e importante. Agradecemos a todos los que lo hacen.
Quando é que as pessoas percebem que a única verdadeira solução para a SIDA é a abstinência e a fidelidade no matrimónio?
Que aqueles que defendem o preservativo como solução para a SIDA não estão a pensar nos casais que vivem uma relação estável e fiel e no qual um deles é portador desse vírus, mas estão a pensar naquelas pessoas que têm um estilo de vida promíscuo, com vários parceiros ou parceiras, que não querem nenhuma limitação à sua libido, aos seus apetites carnais, que querem ter relações sexuais sem afecto, a torto e a direito, sem culpa nem responsabilidades.
Será que estas pessoas, que condenam os cristãos por defenderem critérios fundamentais para a vida humana, dão a plena liberdade aos seus filhos para fazerem o que querem, para se deitarem às horas que querem, para irem à escola quando querem, para comerem o que querem?
O que é que uma pessoas que está habituado a ter relações sexuais quando quer e lhe apetece, que tem gente a entregar-lhe preservativos para que haja irresponsavelmente, faz quando não tem preservativo á mão?
Abstém-se? Mas esta é a proposta que a Igreja faz!
Ainda não percebem?
Acho incrível como é que pode alguém pretender que o aborto seja integrado na declaração universal dos direitos humanos.
Como é que alguém pode defender como um direito a morte de um inocente?
Sempre pensei que os direitos humanos eram uma simples formulação do direito natural, mas parece que é uma construção de iluminados que querem por força escravizar a humanidade retirando-lhe a consciência, desenraizando-o de qualquer fonte interna de valores.
Aqui está uma das coisas que me faz olhar para os Estados Unidos da América com admiração.
Um país enorme e que por isso acaba por tornais mais visíveis os seus extremos vivenciais apresenta-nos coisas como esta:
“Yes we can. It was a creed written into the founding documents that declared the destiny of a nation. Yes we can. It was whispered by slaves and abolitionists as they blazed a trail toward freedom through the darkest of nights. Yes we can. It was sung by immigrants as they struck out from distant shores and pioneers who pushed westward against an unforgiving wilderness. Yes we can. It was the call of workers who organized; women who reached for the ballot; a President who chose the moon as our new frontier; and a King who took us to the mountaintop and pointed the way to the Promised Land. Yes we can to justice and equality. Yes we can to opportunity and prosperity. Yes we can heal this nation. Yes we can repair this world. Yes we can.”
Esta é a parte final do discurso que Obama fez depois de perder as primárias de New Hampshire.
Hojé é dia de eleições lá nos Estados Unidos. O que eu gostava é que os políticos cá em Portugal fossem capazes de ser assim, de se elevar dos jogos rasteiros e de de nos arrastar com eles em direcção às estrelas.